Saltar para o conteúdo
Livros · Bibliotecas · PatrimónioUm lugar para ler com tempo ↗

Cadernos de leitura e cultura impressa

Fólio Aberto

Revista de leitura, bibliotecas e património impresso

Em destaque / Património

A biblioteca pública e a biblioteca de casa

A biblioteca pública empresta o que é de todos; a estante de casa guarda o que é seu. Perceber o que cada uma faz melhor — e usar o catálogo do PNL como banco de provas — é a maneira mais barata de construir uma biblioteca pessoal que dure.

Abrir este caderno
A Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto.
A Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto. Fotografia de Vitor Oliveira from Torres Vedras, PORTUGAL / Wikimedia Commons

Entre páginas

Leituras para guardar
A Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto.
Bibliotecas

A biblioteca pública e a biblioteca de casa

A biblioteca pública empresta o que é de todos; a estante de casa guarda o que é seu. Perceber o que cada uma faz melhor — e usar o catálogo do PNL como banco de provas — é a maneira mais barata de construir uma biblioteca pessoal que dure.

Ler o artigo
Caderno de apontamentos de leitura aberto junto a um livro.
Leitura

O caderno de leitura: porque tomar notas

Um caderno de leitura é o registo mais simples que existe — data, título e o que ficou do livro. O Plano Nacional de Leitura publica um modelo impresso para as famílias; a ideia serve qualquer leitor.

Ler o artigo
Mão retira um livro de uma estante cheia numa biblioteca.
Leitura

Como escolher o próximo livro a ler

Não há uma lista obrigatória que escolha por si — mas há um método curto: perceber o que lhe apetece ler, cruzar essa vontade com os filtros do Catálogo do Plano Nacional de Leitura e guardar memória do que já se leu.

Ler o artigo
Mãos folheiam a página de rosto de um livro antigo encadernado em pele.
Património impresso

Conhecer um livro antigo sem ser especialista

Bilhete de identidade, grafia de outro tempo, parênteses de dúvida: um livro antigo diz quase tudo a quem sabe onde olhar. Um guia de primeiras aproximações — descrever e comparar, nunca adivinhar.

Ler o artigo
Livro ilustrado aberto num sofá, à luz de um candeeiro.
Leitura

Ler em voz alta em casa

Um livro, uma voz e alguém para ouvir: ler em voz alta em casa é a forma mais simples de partilhar a leitura, e o Plano Nacional de Leitura 2027 publica dicas concretas para a praticar. Eis o essencial.

Ler o artigo
A Biblioteca Joanina, em Coimbra: livros que atravessam gerações.
Património impresso

Livros que passam de geração em geração

Há livros que atravessam gerações dentro da família: mudam de mãos, de estante e de século. O que vale neles para além do texto, como os tratar para que durem — e o registo que devem levar consigo.

Ler o artigo
Pilha de livros gastos de tanto reler sobre uma mesa de cabeceira.
Leitura

Livros que se releem

Reler não é repetir: é voltar a um livro conhecido com outros olhos. Do exemplo das Viagens na Minha Terra às listas do Plano Nacional de Leitura, um guia para escolher e aproveitar as segundas leituras.

Ler o artigo
Estante doméstica de madeira com livros arrumados por tamanho.
Bibliotecas

Organizar uma pequena biblioteca em casa

Organizar uma biblioteca pequena não é adotar um sistema de biblioteconomia: é escolher uma ordem que se mantém sozinha e arrumar os volumes sem os ferir. Critérios, regras de prateleira e o lugar certo para a estante.

Ler o artigo
Pormenor das páginas amarelecidas de um livro antigo.
Património impresso

Sinais normais de envelhecimento num livro

Um livro que envelhece não está necessariamente estragado. Entre o papel que amarelece por natureza e o bolor que progride em silêncio há uma fronteira — e é ela que decide quando basta vigiar e quando convém agir.

Ler o artigo
A revista

Fólio Aberto é uma revista digital sobre os livros e o lugar que ocupam na vida de quem lê. Publicamos em português europeu, em três frentes: a leitura — como se escolhe, se lê, se relê e se toma nota; as bibliotecas — a pessoal, que cresce prateleira a prateleira, e a pública, que completa a de casa e se prolonga em linha; e o património impresso — o livro como objeto que envelhece, se herda e se pode proteger com gestos simples.

Não escrevemos para colecionadores com sala climatizada nem para especialistas de conservação. Escrevemos para quem tem uma estante (ou várias) em casa, gosta do que lá está e quer que dure. Por isso privilegiamos o prático: guias, exercícios, checklists e critérios de decisão que se aplicam num domingo à tarde, sem equipamento raro.

Cada artigo diz o que sabe, cita o que usa e não inventa o resto. Quando um assunto ultrapassa o cuidado doméstico — uma encadernação a ceder, uma mancha que cresce —, dizemos com a mesma clareza a quem o confiar.

Bem-vindo à revista. Comece pela rubrica que mais lhe disser — ou pelo guia de cuidados preventivos, se a sua preocupação for proteger o que já tem.